terça-feira, 15 de outubro de 2013

Biologia do amor


No âmbito da disciplina de ecdm, a nossa professora deu-nos um documento, e vou falar um pouco dele.

"O amor move montanhas", esta é uma grande verdade. Os afectos ou falta de existência deles alteram as funções cerebrais e as experiências de vida mexem bastante com a química de qualquer pessoa. 
Más experiências emocionais deixam marcas e traumas visíveis, mesmo assim nem tudo na vida é mau. Sim eu estou a falar da adopção! A adopção é um gesto lindíssimo que alguém pode tomar na vida, a adopção é vantajosa para qualquer idade, o carinho é muito importante numa pessoa.



A falta leva a a duas relações para regular as emoções:
O autismo ou a hiperatividade.
Em ambos os casos existe um excesso de hormona de stress no organismo.
A pediatra do desenvolvimento Mónica Pinto constata diariamente o <<milagre>> dos afectos, acompanha vários adoptados, em todos descobre melhorias depois de encontrada uma família.






Existe uma hormona denominada oxitocina e é essencial ao parto, é vista como a 1ª ligação mãe-filho, sem ela pode haver rejeição. Os níveis desta hormonal, como o grau de felicidade e vinculações também se alteram com as experiências de vida. 
A oxitocina é essencial na produção de leite e na contração do útero, mas também na <<sensação de que aquele bebe é o mais especial do mundo>>.




<<os mecanismos por detrás das ligações emocionais entre pais e filhos, e como eles interferem no desenvolvimento fisiológico >> O amor pode mudar o cérebro, afirma o neurocientista Larry Young.



O consumo de heroína e o prazer sentido na troca de afectos entre pais e filhos activam os mesmos processos biológicos. << a substancia neuro-hormonal provocada pela heroína é semelhante à produzida na brincadeira entre pais e filhos. São moléculas que encaixam nos mesmos receptores, embora a droga produza maiores quantidades de hormona.>>








   Curiosidades:

Se olharmos durante 30 minutos para um bebe a dopamina (hormona do prazer) aumenta e sentimo-nos bem.



Nalgumas espécies de macacos observaram-se automatizações depois de as crias serem separadas das mães.



Os pintainhos emitem um som especifico quando são afastados das mães